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(PT) Ana Ruas

(PT) Vive e trabalha em Campo Grande, MS desde 1996. Artista representada pela Via Thorey Galeria, Vitória, ES

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(PT) Artista contemplada com Prêmio PIPA – Voto Popular 2015. Indicada ao Prêmio PIPA em 2018. Contemplada com o prêmio FUNARTE Mulheres nas Artes Visuais,2013, com o projeto Entre Vários Olhares: da Pintura à Intervenção. Ana Ruas tem como pesquisa nas suas intervenções, num repertório conceitual, o espaço, lugar habitado e a luz do centro-oeste. O desejo de intervir leva a artista a criar arquiteturas efêmeras, capazes de imprimir um caráter de ilusão e magia. As pinturas mostram como é possível criar novas sensações e, portanto, novos significados ao espaço. Usa a pintura como linguagem ora usando a tela, ora usando a alvenaria em suas intervenções em ambientes internos, como museus e galerias, além da superfície de viadutos, muros e paredões. Nas suas pinturas em lona em grandes dimensões, desde 2016, a artista pesquisa o gestual e espontaneidade do traço no desenho infantil, surgindo destas observações e com a coparticipação das crianças, a Série “Floresta Encantada”. Entre as Intervenções em destacam-se: Janela, Bienal Del Fin del Mundo, em Mar del Plata, na Argentina; fachada do MACP – Museu de Arte e de Cultura Popular, Cuiabá, MT, em 2014; Da arte e do lugar, Pinacoteca de Maceió, em 2009; Balaústres, MARCO, Museu de Arte Contemporâneo de MS, em 2004. Entre os projetos viabilizados por Leis de Incentivo destacam-se: A Cor das Ruas ( Lei de Incentivo Estadual e Rouanet) 2001/2004; Leitura de imagens (FIC),2008; Educando o Olhar, Ciclo de Palestras e Oficinas ( FIC) ,2013;Artes Visuais em MS – Processos Compartilhados (FIC),2014; Campo Aberto para Artes Visuais em MS(FIC) 2017. Entre as exposições coletivas destacam-se: 2018, SCAPELAND – Território Livre, curadoria Laerte Ramos, Galeria Marta Traba, Memorial da América Latina, São Paulo, SP; 2018, Dialetos 2, curadoria Paulo Henrique Silva, CCSP, São Paulo e MAPA, Museu de Artes Plásticas de Anápolis; em 2011 Dialetos, Galeria de Arte Frei Confaloni. Ed. Goiânia, GO Dialetos, Galeria Antônio Sibasolly, Ed. Anápolis, GO Dialetos, MARCO Ed. Campo Grande, MS; Projéteis de Arte Contemporânea RJ,2005 Entre as exposições Individuais destacam-se: em 2018 , Floresta Encantada, Galeria Via Thorey, ES; em 2017, Floresta Encantada, Museu de Arte Contemporânea de MS, Campo Grande, MS; em 2016, Estratégias para dimensionar a delicadeza e o afeto, Galeria Andrea Rehder, São Paulo/SP; em 2014, Plano B, MARCO,MS; em 2010, Construções Verticais, MARCO,MS; em 2008, Era uma vez, MARCO – Museu de Arte Contemporânea de MS, Campo Grande, MS; em 2009 Da arte e do lugar, Intervenção, Pinacoteca da UFAL, Maceió, AL. Em 2011, construiu um ateliê aberto ao público, onde convida, reúne e hospeda curadores, artistas e outros profissionais, provocando assim,intercâmbios sobre arte contemporânea e assuntos transdisciplinares. Recebe escolas e desenvolve ações educativas.